SÃO JOÃO
A ALEGRIA DA GAROTADA
A alegria da garotada, o balão vai subindo, vem caindo a garoa. O céu é tão lindo e a noite é tão boa. São João, São João! Acende a fogueira no meu coração. (A Alberto Ribeiro e João de Barro).
Os dias de São João eram de alegria e muita diversão. Como meu pai tinha um pequeno comércio, para nós a festa era completa. Em meio a euforias e traquinagens, quase sempre acabávamos nos machucando com os traques, chuvinhas e bombinhas que eram estouradas com gritos de emoção e felicidades.
Minha mãe fazia deliciosas festas juninas, para todos da rua. Quando me lembro desses momentos sinto uma grande nostalgia dos tempos de criança. Era um tempo de pura magia onde o mundo parecia pequeno diante de tantas coisas boas que vivíamos e fazíamos. Como era bom o forró no meio do salão! Era compensador ver as senhoras idosas, amigas dos meus pais, se divertindo, dançando, sorrindo. Ali, os sanfoneiros pareciam incansáveis. Nós, crianças, corríamos no meio do salão, nos divertíamos em volta da fogueira esperando a hora final para catarmos o que sobrava de sua queda, pois os adultos era quem lucrava na tão competitiva busca de dinheiro ou algo de valor que eram pendurados em seus galhos secos.
sábado, 20 de junho de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
AS HISTÓRIAS DE VIDA COMO PRÁTICA DE FORMAÇÃO
Quando vivenciamos nossas histórias de vida nos registros de formação estamos aí reconstruindo nossa identidade de forma reflexiva e mediadora da nossa própria prática. Segundo Thompson, 1998:
“Recordar a própria vida é fundamental para nosso sentimento de identidade; continuar lidando com essas lembranças pode fortalecer ou recapturar a autoconfiança”.
O registro por si só não constitui reflexão. O ato de escrever requer um exercício investigador das intenções que ficam nas entrelinhas do que escrevemos. Como afirma (TEBEROSKY, 1996, p.23):
Quando a mensagem não é somente um meio, mas assume a qualidade de um objeto, quando os usuários não só interpretam ou repetem a mensagem, mas também a produzem ou a contemplam, então o ato de escrever assume novas funções. Estas não são funções exteriores, voltadas para o mundo, mas sim interiores: escrever e escrita melhoram, e o produtor da escrita se vê afetado por seus próprios produtos.
Nesta perspectiva, a escrita constrói não só histórías de vida, mas histórias capazes de impulsionar o sujeito a sua auto-evolução.
Vejo a construção do Memorial como “peça principal” da minha Formação. Através dele acredito que terei uma trilha a percorrer, Esses caminhos não são necessariamente lineares. Nas idas e vindas das minhas lembranças posso perceber, identificar, reconstruir e ressignificar minha postura como ser protagonista da minha história, assim como posso também refletir o meu eu - professora a partir do que fui no papel do eu - filha, aluna, ou simplesmente como criança inserida em minha comunidade local. Como diz (SEVERINO, 2001: 175):
O Memorial constitui, pois, uma autobiografia configurando-se como uma narrativa simultaneamente histórica e reflexiva. Deve então ser composto sob a forma de um relato histórico, analítico e critico, que dê conta dos fatos e acontecimentos que constituíram a trajetória acadêmico-profissional de seu autor, de tal modo que o leitor possa ter uma informação completa e precisa do itinerário percorrido (SEVERINO, 2001: 175)
Escrever nossas memórias nos remete ir além do que redigimos. Ao escrever, exercitamos nossa capacidade de nos reconstruir, reinterpretar e refazer nossas histórias pessoais. Vivenciando a experiência da análise do eu numa perspectiva de fatos passados também nos compreendemos como sujeitos coletivos inseridos e atuantes na sociedade.
Toda e qualquer lembrança que para nós tem certo grau de importância, onde através dela podemos traçar trajetórias reflexivas em conexão com a nossa prática é bem vinda na construção de um Memorial. Lembrar o passado ao mesmo tempo em que refletimos o presente é a maior prova do auto-crescimento profissional e acadêmico.
Ao relatar experiências e fatos vividos, relaboramos novos sentimentos e sensações. Uma história de vida na perspectiva de memorial deve ser pautada em torno do real e do imaginário. Do real porque é de nós que estamos falando; logo, somos seres reais imbuídos de convicções que nos identificam e do imaginário pela idealização das experiências que passamos ao longo da vida, conforme nos afirma (Bosi, Ecléa, 1979):
A experiência, ao contrário da vivência, é refletida, pensada, e pode-se tornar algo consciente que construirá uma nova identidade, ou seja, um outro jeito de olharmos e pensarmos o mundo. Para ilustrar, seria possível dizer que é como olhar a vida através de um “retrovisor”, dando a chance de enxergar determinadas dimensões de nossa vida e refletir criticamente sobre o significado delas em nossa trajetória, tendo como vantagem o distanciamento temporal.
Esse texto faz parte de um trabalho apresentado à Prof. Márcea Sales, em 2008.
“Recordar a própria vida é fundamental para nosso sentimento de identidade; continuar lidando com essas lembranças pode fortalecer ou recapturar a autoconfiança”.
O registro por si só não constitui reflexão. O ato de escrever requer um exercício investigador das intenções que ficam nas entrelinhas do que escrevemos. Como afirma (TEBEROSKY, 1996, p.23):
Quando a mensagem não é somente um meio, mas assume a qualidade de um objeto, quando os usuários não só interpretam ou repetem a mensagem, mas também a produzem ou a contemplam, então o ato de escrever assume novas funções. Estas não são funções exteriores, voltadas para o mundo, mas sim interiores: escrever e escrita melhoram, e o produtor da escrita se vê afetado por seus próprios produtos.
Nesta perspectiva, a escrita constrói não só histórías de vida, mas histórias capazes de impulsionar o sujeito a sua auto-evolução.
Vejo a construção do Memorial como “peça principal” da minha Formação. Através dele acredito que terei uma trilha a percorrer, Esses caminhos não são necessariamente lineares. Nas idas e vindas das minhas lembranças posso perceber, identificar, reconstruir e ressignificar minha postura como ser protagonista da minha história, assim como posso também refletir o meu eu - professora a partir do que fui no papel do eu - filha, aluna, ou simplesmente como criança inserida em minha comunidade local. Como diz (SEVERINO, 2001: 175):
O Memorial constitui, pois, uma autobiografia configurando-se como uma narrativa simultaneamente histórica e reflexiva. Deve então ser composto sob a forma de um relato histórico, analítico e critico, que dê conta dos fatos e acontecimentos que constituíram a trajetória acadêmico-profissional de seu autor, de tal modo que o leitor possa ter uma informação completa e precisa do itinerário percorrido (SEVERINO, 2001: 175)
Escrever nossas memórias nos remete ir além do que redigimos. Ao escrever, exercitamos nossa capacidade de nos reconstruir, reinterpretar e refazer nossas histórias pessoais. Vivenciando a experiência da análise do eu numa perspectiva de fatos passados também nos compreendemos como sujeitos coletivos inseridos e atuantes na sociedade.
Toda e qualquer lembrança que para nós tem certo grau de importância, onde através dela podemos traçar trajetórias reflexivas em conexão com a nossa prática é bem vinda na construção de um Memorial. Lembrar o passado ao mesmo tempo em que refletimos o presente é a maior prova do auto-crescimento profissional e acadêmico.
Ao relatar experiências e fatos vividos, relaboramos novos sentimentos e sensações. Uma história de vida na perspectiva de memorial deve ser pautada em torno do real e do imaginário. Do real porque é de nós que estamos falando; logo, somos seres reais imbuídos de convicções que nos identificam e do imaginário pela idealização das experiências que passamos ao longo da vida, conforme nos afirma (Bosi, Ecléa, 1979):
A experiência, ao contrário da vivência, é refletida, pensada, e pode-se tornar algo consciente que construirá uma nova identidade, ou seja, um outro jeito de olharmos e pensarmos o mundo. Para ilustrar, seria possível dizer que é como olhar a vida através de um “retrovisor”, dando a chance de enxergar determinadas dimensões de nossa vida e refletir criticamente sobre o significado delas em nossa trajetória, tendo como vantagem o distanciamento temporal.
Esse texto faz parte de um trabalho apresentado à Prof. Márcea Sales, em 2008.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Software Livre: Um Novo Olhar
Durante as entrevistas, percebi que o Software Livre em Irecê está tomando proporções significativas no campo da informação, conhecimento e democratização do saber. Ainda não é um conhecimento elaborado, que englobe toda uma política do que realmente seja o Software Livre, mas percebe-se já opiniões formadas a respeito do assunto. Todos os entrevistados perceberam vantagens no S. L, mas o que me chamou atenção é que nenhum deles ( pelo menos nos que pude estar junto ) pontuou a verdadeira política do Software Livre, que é justamente a democratização do saber, pois este é, em sua essência, um software realmente dinâmico, onde o acesso ao seu código fonte é a prova real da sinergia cooperativa aqui formada. É a busca de uma nova postura no campo da tecnologia: A “desmonopolização” do direito de saber e do saber.
Professora Responsável: Bonilla
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Entrevista feita com Jonas Santos, gerente da loja Maia de Irecê
O senhor Jonas Santos diz usar o software livre a quase um ano,mesma época em que a loja foi instalada aqui, em Irecê. Não houve uma total migração. A loja tanto usa o software livre como o Windows. Quando perguntamos das vantagens que ele consegue perceber, em relação ao software livre , seu Jonas foi prático em sua resposta: “A praticidade de poder abrir vários arquivos ao mesmo tempo”. Quanto às desvantagens? _O linux só pode ser usado com o mouse - diz senhor Jonas.
O software privado é usado para questões financeiras. O pessoal da loja não teve capacitação. A adaptação veio com a prática cotidiana. Em relação à manutenção, esta é feita por um técnico de João Pessoa. Ali, a empresa tem um centro de tecnologia que assiste todas as demais.
Nesta entrevista, percebemos um diferencial da loja Maia em relação às outras: Todos os computadores já vêm o firefox, ficando, portanto, sob a vontade do cliente querer ou não.Apesar do interesse da loja, os clientes preferem retirar o firefox e deixar apenas o Windows . Em meio à conversa, discutimos os por quês da repulsa dos clientes. Acreditamos que talvez seja pelo desconhecimento das vantagens do software livre, o medo do novo.
O software privado é usado para questões financeiras. O pessoal da loja não teve capacitação. A adaptação veio com a prática cotidiana. Em relação à manutenção, esta é feita por um técnico de João Pessoa. Ali, a empresa tem um centro de tecnologia que assiste todas as demais.
Nesta entrevista, percebemos um diferencial da loja Maia em relação às outras: Todos os computadores já vêm o firefox, ficando, portanto, sob a vontade do cliente querer ou não.Apesar do interesse da loja, os clientes preferem retirar o firefox e deixar apenas o Windows . Em meio à conversa, discutimos os por quês da repulsa dos clientes. Acreditamos que talvez seja pelo desconhecimento das vantagens do software livre, o medo do novo.
O Software Livre & Ponto de Cultura de Irecê
Entrevista feita com Rita.de Cássia..-Funcionária do Ponto de Cultura
De acordo com Rita..., o Software Livre chegou no Ponto de Cultura através de um projeto elaborado pela UFBA ( Universidade Federal da Bahia ) em 2003.Os computadores já chegaram em Software Livre. O sistema utilizado é o Ubunto. Os aplicativos são o open office, gráficos, áudio e vídeo. O open office é o editor de texto, presentação e planilha eletrônica. O gimp é o editor de imagem...A manutenção é feita pelos próprios funcionários e voluntários do Ponto de Cultura.
Rita de Cássia diz que é adepta ao software livre pelas vantagens e seguranças que o mesmo oferece. Com muita segurança, nos falou dos quatro princípios ( liberdades ) do software livre:
*A liberdade de executar o programa para qualquer propósito;
*A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código fonte é um pré-requisito pra esta liberdade;
*A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa beneficiar o próximo;
*A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberal os seus aperfeiçoamentos de modo que toda comunidade se beneficie. Acesso ao código fonte é pré-requisito para essa liberdade.
“O interessante do software livre é que se pode utilizá-lo paulatinamente, sem instalá-lo, fazendo apenas o but”, diz Rita de Cássia.
De acordo com Rita..., o Software Livre chegou no Ponto de Cultura através de um projeto elaborado pela UFBA ( Universidade Federal da Bahia ) em 2003.Os computadores já chegaram em Software Livre. O sistema utilizado é o Ubunto. Os aplicativos são o open office, gráficos, áudio e vídeo. O open office é o editor de texto, presentação e planilha eletrônica. O gimp é o editor de imagem...A manutenção é feita pelos próprios funcionários e voluntários do Ponto de Cultura.
Rita de Cássia diz que é adepta ao software livre pelas vantagens e seguranças que o mesmo oferece. Com muita segurança, nos falou dos quatro princípios ( liberdades ) do software livre:
*A liberdade de executar o programa para qualquer propósito;
*A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código fonte é um pré-requisito pra esta liberdade;
*A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa beneficiar o próximo;
*A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberal os seus aperfeiçoamentos de modo que toda comunidade se beneficie. Acesso ao código fonte é pré-requisito para essa liberdade.
“O interessante do software livre é que se pode utilizá-lo paulatinamente, sem instalá-lo, fazendo apenas o but”, diz Rita de Cássia.
domingo, 19 de abril de 2009
RECOMEÇAR
Pai, tá difícil manter o caminho
Tenho andado em meio a espinhos
Nem sempre é tão fácil acertar.
Pai, emoções descalçam os meus pés
Me roubando em meio a cordéis
Que me enlaçam em minhas fraquezas.
Pai, eu nem sei o que te falar
Mas, eu quero recomeçar
Me ajuda nesse instante.
Preciso da tua mão
Vem me levantar
Faz-me teu servo Senhor
Me livra do mal
Quero sentir o teu sangue curar-me
Agora meu Senhor, vem restaurar-me.
ALINE BARROS
Tenho andado em meio a espinhos
Nem sempre é tão fácil acertar.
Pai, emoções descalçam os meus pés
Me roubando em meio a cordéis
Que me enlaçam em minhas fraquezas.
Pai, eu nem sei o que te falar
Mas, eu quero recomeçar
Me ajuda nesse instante.
Preciso da tua mão
Vem me levantar
Faz-me teu servo Senhor
Me livra do mal
Quero sentir o teu sangue curar-me
Agora meu Senhor, vem restaurar-me.
ALINE BARROS
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
FESTA DA PALAVRA
Programa de Formação Continuada de Professores do Município de Irecê
Curso de Licenciatura em Pedagogia / Séries Iniciais – II Turma 2008-10-28
Professoras: Lícia Beltrão e Paula Moreira
Aluna - Eletícia Pereira Campos
RELATO DA OFICINA DA PALAVRA ESCRITA
As palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade.
Victor Hugo
A preparação para a festa da palavra foi cheia de muita criatividade. Cuidamos de tudo para que na festa não faltasse nada. Cuidamos do coquetel, bolos, tortas, salgados, poesias, músicas, discursos e várias outras homenagens para que dona palavra se sentisse orgulhosa em seus feitos.
O dia da festa foi um dia de muita alegria para todos nós. Antes de começar, até então não sabíamos de que forma iríamos conduzir as apresentações dos trabalhos. Era uma sensação interessante. Nós, que preparamos tudo para a senhora palavra, não sabíamos ao certo como homenageá-la naquele momento. Foi aí que a professora Paula Moreira nos falou que iria conduzir o roteiro da festa.
Cada homenagem feita à palavra era uma surpresa. Dividimos os grupos, onde cada um iria mostrar sua gratidão à Palavra através de apresentações honrosas à excelentíssima. Tudo foi feito com muito carinho. Antes mesmo da festa, convidamos, através de manchetes do Jornal e da Rádio, todos a participarem da nossa festa, inclusive grandes nomes da nossa literatura tiveram o privilégio de serem convidados.
Tudo na festa inspirava alegria. Cada homenagem feita tinha um toque especial de gratidão pela grandeza e bondade que a senhora Palavra tem nos dispensado ao longo de sua existência. As vinhetas, os cartões de convite delicadamente confeccionados e direcionados aos grandes e ilustres representantes da nossa literatura, as receitas, os poemas feitos especialmente para ela, todas as homenagens foram feitas com muito carinho e alegria.
Curso de Licenciatura em Pedagogia / Séries Iniciais – II Turma 2008-10-28
Professoras: Lícia Beltrão e Paula Moreira
Aluna - Eletícia Pereira Campos
RELATO DA OFICINA DA PALAVRA ESCRITA
As palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade.
Victor Hugo
A preparação para a festa da palavra foi cheia de muita criatividade. Cuidamos de tudo para que na festa não faltasse nada. Cuidamos do coquetel, bolos, tortas, salgados, poesias, músicas, discursos e várias outras homenagens para que dona palavra se sentisse orgulhosa em seus feitos.
O dia da festa foi um dia de muita alegria para todos nós. Antes de começar, até então não sabíamos de que forma iríamos conduzir as apresentações dos trabalhos. Era uma sensação interessante. Nós, que preparamos tudo para a senhora palavra, não sabíamos ao certo como homenageá-la naquele momento. Foi aí que a professora Paula Moreira nos falou que iria conduzir o roteiro da festa.
Cada homenagem feita à palavra era uma surpresa. Dividimos os grupos, onde cada um iria mostrar sua gratidão à Palavra através de apresentações honrosas à excelentíssima. Tudo foi feito com muito carinho. Antes mesmo da festa, convidamos, através de manchetes do Jornal e da Rádio, todos a participarem da nossa festa, inclusive grandes nomes da nossa literatura tiveram o privilégio de serem convidados.
Tudo na festa inspirava alegria. Cada homenagem feita tinha um toque especial de gratidão pela grandeza e bondade que a senhora Palavra tem nos dispensado ao longo de sua existência. As vinhetas, os cartões de convite delicadamente confeccionados e direcionados aos grandes e ilustres representantes da nossa literatura, as receitas, os poemas feitos especialmente para ela, todas as homenagens foram feitas com muito carinho e alegria.
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